quinta-feira, maio 03, 2007
A ROSA NA VIDA
Não resisti a deixar aqui imagens com movimento, de uma brilhante e rara interpretação de Thomas Dolby e Rachelle Garniez para um tema de Edith Piaff.
Espero que este som e esta letra torne os vossos dias floridos!
http://www.ted.com/talks/view/id/115
terça-feira, maio 01, 2007
MEMÓRIAS
A JANELA DA PRINCESA

segunda-feira, abril 30, 2007
CORAÇÃO VERDe
São feitos assim os jardins dos apaixonados, de pequenos sinais, mudos e camuflados, de paixões plantadas em terrenos férteis em sentimentos floridos.Há quanto tempo não passamos por um jardim a descobrir os seus recantos cheios de encantos? Como quando neles passávamos e descobríamos as flores e pedras encantadas tal como nos contos de gnomos e duendes que por ali supostamente brincavam.
quarta-feira, março 07, 2007
INSTANTES DECISIVOS
Já alguma vez pensamos no decisivo que pode ser um segundo na nossa vida?Os reencontros que pode condicionar? Os rumos que a nossa vida pode mudar se nos atrasarmos a atravessar a rua? Se olharmos para o outro lado da rua?
Ainda alguém se atreve a dizer que não há coincidências?
Porque é que certos cruzamentos acontecem na nossa vida?
Quem os organiza? Quem nos empurra para os encontros?
quinta-feira, março 01, 2007
CHOOSE THE SHOES

segunda-feira, fevereiro 19, 2007
14Fevereiro - Orgulho & Preconceito
100 POSTS
A todos vocês obrigado por lerem e relerem o blog.
Desculpem pela ausência provocada pelo tempo de exames e outros afazeres profissionais.
Mas o regresso está marcado, e em breve novas fotos serão exibidas, nesta espécie de galeria com legendas.
Um obrigado á exame informática (Fev07) pela critica (mais do que favorável) ao blog.
quinta-feira, janeiro 25, 2007
COMBOIO
terça-feira, janeiro 23, 2007
REGRESSO AO INICIO DO MAR

quarta-feira, janeiro 10, 2007
BARCOS EM TERRA
terça-feira, janeiro 09, 2007
NASCER DO SOL
sexta-feira, dezembro 29, 2006
JÁ NÃO...
Varreu-se tudo, o amor, a tua cara, a tua presença, o teu sorriso e o brilho dos teus olhos. Sim... as letras escritas no meu coração enterraram-se na areia... e veio o mar do novo ano e varreu tudo. O teu nome... mas brevemente virá um outro nome para escrever, com o mesmo verbo.Assim será, assim o desejamos, assim queremos que o novo ano seja uma enchente de felicidade, e se do passado apenas fica a historia, do futuro faz-se o presente.
Um bom ano!
quarta-feira, dezembro 27, 2006
REFLEXO DE UM SONHO
SOL DO PARQUE
sábado, dezembro 23, 2006
Mais só que sozinho
A espera de alguem que já não chega, de alguém que já não vem.Olhando á volta tudo é insignifcante como os grãos de areia, as palavras que foram ditas, ouvidas e sentidas apagam-se e reescrevem-se na areia...
Pára de olhar para mim...
Deixa-me ser alguém.... porque tão cedo não serás ninguém.
Não sei como cheguei aqui, fui sendo arrastado pelas ondas, estou mais só que sozinho.
Basta!
Deixa que me mostrem o caminho!
sexta-feira, dezembro 22, 2006
MAR DE SOL
quarta-feira, dezembro 20, 2006
Fotos com palavras
terça-feira, dezembro 19, 2006
SABORES
SOL DE INVERNO

quarta-feira, dezembro 13, 2006
LOBO DO MAR
Gostava de ter essa sabedoria de rasgares as ondas, brincares com as correntes e respirares a espuma que o mar traz.Esse teu ar bravo e corajoso que transpiras do teu interior... era só isso que gostava de aprender a sentir. E daí lidar com todos os ventos, ondas ou correntes. Ir contra marés... e tudo seria diferente. Tudo será diferente certamente.
domingo, dezembro 03, 2006
PESTANEJAR
quarta-feira, novembro 29, 2006
MIL CORES
Pensamos que o inverno não nos pode trazer o calor destas cores...Certo é que o frio nos invade o corpo, mas os olhos da alma aquecem quando confrontados com paletas como esta.
E o trânsito passa por nós...todos regressam a casa, e ninguém rouba um pedacinho de céu para aperitivo. Certamente lhes saberia melhor que um bom Porto, é a cidade robot que temos aqui!
MENSAGEIRO DA MARGINAL
Não, não estamos bebâdos, nem a alucinar. Há mesmo um anjo numa curva da marginal.E o anjo está ali, prestes a receber as mensagens com os desejos de tantas pessoas que lhe depositam aos pés velas que o iluminam de noite e de dia.
Chamaram-lhe mensageiro, e já que a sua posição é de destaque...porque não deixarmos um papelinho com uma mensagem?
Que todos os nossos desejos se realizem!
ONDAS OU NUVENS
domingo, novembro 26, 2006
PASSAGENS
ENCHER
quinta-feira, novembro 23, 2006
CIRCULOS PERFEITOS
Dou por mim a tentar entender o que correu mal.... desfaço-me em lágrimas por cada foto que vejo, cada nota de música que se solta no ar que respiro e tudo aparenta tranformar-se em sofrimento.... Não me entendo .... e nestes momentos tudo o que nos rodeia reduz-se à ausência de significado do fútil, por mais que tente entender, colocando em jogo todas as hipóteses, conclusões e atitudes não me consigo entender e nem mesmo sei por que estou a escrever isto.... Penso na minha vida e em todo o significado que ela tem e a conclusão trás um rasto de desolação, consigo estar rodeado de pessoas que me sufocam e consigo ter tudo o que queria excepto a unica coisa que de facto foi mais valiosa que tudo istoAlguém já cantou em nota de bossa nova, com um suster de lágrimas "se algumas vidas formam um círculo perfeito, outras assumem formas que nem sempre podemos prever ou entender."? Terá sido algum rocker que se tornou pianista emocionado e fervoroso, capaz de traduzir em notas de música simplesmente letras infinitas e conjugações eternas?
quarta-feira, novembro 22, 2006
ENSURDECER
segunda-feira, novembro 20, 2006
NÃO ME APONTES NADA
ELEVA-ME
Faz-me subir alto, ver colinas e luzes suspensas pela paisagem, respirar fundo, leva-me alto. Eleva-me ao vôo dos pássaros e á altura de Deus. Eleva-me... eleva-me do fundo de onde as luzes parecem pequenos pontos verdes de esperança suspensa no ar. Eleva-me, delicia-me com o outro ar que se respira no cimo, e sacia-me com a paisagem que tens para me mostrar e que eu tenho para partilhar.
Lisboa - Baixa - Bienal Luzboa - Elevador de Santa Justa.
PICAR O CEU
quinta-feira, novembro 16, 2006
AS NOSSAS IMAGENS
As nossas fotos ficam assim, imoveis no tempo, amontoadas na montra da nossa memória. Encaixilhadas com o contexto de sempre, e com o preço elevado de por vezes as termos gravadas e expostas no coração.Todas olhadas através de um vidro, não as podemos tocar, nao podemos falar com elas... apenas olhar, admirar e ter saudades dos dias em que o tempo parou e se tirou a foto.
DEGRAUS
quarta-feira, novembro 15, 2006
E EU..ESTOU AQUI
E aqui continuo com os meus posts... a despejar quase no éter os pensamentos que não se podem partilhar com alguém que queremos.Estou no meio da sociedade, estou em todo o lado, estamos no mundo, e desejamos encontrar-mo-nos, reencontrar-mo-nos. Será que isso vai acontecer?
A tinta que escorreu das nossas conversas e ficamos enleados no meio de tudo isto, as palavras que parecem não ter sentido e que no fundo são feitas é de sentimentos.
E que nesse dia o nosso reencontro seja como o nosso primeiro encontro.
Entretanto.... EU ESTOU AQUI.
TAKE THE LONG WAY
Certas travessias parecem longas, mesmo que estejamos de pés assentes nos carris... a outra margem parece não chegar e a água transborda-nos os nervos. Tudo poderia ser tão fácil, tudo poderia ser tão programado, mas temos de contar com a incerteza que nos deixa a pairar sobre o horizonte, e a desejarmos termos voos livres como o dos pássaros.terça-feira, novembro 14, 2006
ESPAÇOS
sábado, novembro 11, 2006
GHOST BUT NOT BUSTER
Encontrei um andante de sapatos vermelhos num autocarro.Invisivel, meio fantasma, incógnito e despreocupado, tal como todos os outros passageiros, de tal rotineira que a viagem provavelmente já se tornou.
CORTE RADICAL
Barba ou cabelo?Aprovado com distinção!
Há lojas assim na baixa, a transpirar a quietude do tempo que passou pelas paredes, sofás e productos que utilizam. Desde o restaurador olex, ao sabão para a barba de bisnaga.
Espaços em que o artesão puxa das credenciais e se exibe com maestria na arte do corte de cabelo, tal como se um chef de cozinha de tratasse.
E regressar a estes espaços, poder ainda ter o bónus de comprar um bilhete de lotaria (não, não se registam Euromilhões), engraxar os sapatos ou saber as últimas dos vizinhos da rua é a verdadeira descoberta da máquina do tempo. Poder ainda ouvir algumas notas soltas de um rádio cujas emissões perdidas no éter julgamos já nem existir dada a proliferação de Cds, Mp3, Ipods e quejandos.
Barbearia Garrett - Rua Ramalho Ortigão
sexta-feira, novembro 10, 2006
LE CHIEN d'ALMADA
Há ruas tradicionais que hoje se transformam. A rua do Almada, uma das mais activas em termos de comércio especializado está hoje a perder o característico tom duplo do dourado ou prateado dos metais e a ganhar casas com outras cores.Mas o cão assiste a tudo, com o seu cachimbo, como se de um índio se tratasse, fumando o seu cachimbo da paz, elemento conciliador e vaporizador de tantas culturas que por ali se cruzam.
Os estudantes de arquitectura que se orientam para dar um novo respirar a esta artéria em modo de coma consciente, uma das primeiras ruas concebidas de um arrojo quase urbanista na cidade do Porto; as pessoas que buscam nas lojas novas a novidade do retro ou a novidade total e os comerciantes ilustradores da Rua do Almada, conhecedores de todo o tipo de parafusos, ferramentas, perfis, tamanhos ou materiais metálicos.
Mas o cão que fuma continua ali..sempre na moda, sempre cosmopolita e alternativo no menu que apresenta apesar deste não ser renovado há já uns tempos. E num espaço simpático, onde podemos ser contemplados com doses fartas de fotografias tiradas nas faldas do Marão ou nos labirintos de Paris por Pinheiro da Rocha, viajante e fotógrafo autodidacta. Um marco no tempo desta rua que se mantém indiferente a modas ou correntes, aliás é possível cuscar várias discussões quase que tertúlias que por ali passam enquanto se dá ao garfo o prazer de desmanchar tão cuidada apresentação dos pratos.
Mas o Chien tem outro carisma, e deve ser o de tantas outras crianças que por aquela rua passavam e ficavam a magicar… se este cão fuma, porque o do vizinho não?
Hoje a forma de magicar é a mesma, mas abrange alcateias de pessoas robot que se vão passando pela cidade sem notar que há paredes que contam histórias ou certos rebanhos que se debruçam sobre o simples crescer das ervas nos telhados.
quarta-feira, novembro 08, 2006
POR AQUELE ARCO

segunda-feira, novembro 06, 2006
ESSE TIMBRE PARDACENTO...

«Ver-te assim abandonado
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento
E é sempre a primeira vezem cada regresso a casa
rever-te nessa altivezde milhafre ferido na asa"Cidade altiva, invicta magoada e ferida do abandono em que a deixamos. Dos brilhos dos monumentos cuidados que nos preenchem a vista, e da amnésia em que deixamos caír a essência de ser portuense. Essa bela rotina de tomar um cimbalino, correr de requitó para o autocarro. Comer um prego, beber um fino... Regressemos á cidade, ela está ali para nos abraçar. Olhemos para ela. Vistamos a pele de Hugh Grant em Notting Hill com alguma Julia Roberts desejosa de ser estrangeira na sua propria cidade.... Vale a pena o desafio! Eu tentei... e adorei!
NOTICIAS
Já não há jornais instituídos no Porto. O velho Comercio do Porto é agora apenas um arquivo de memórias, e o Primeiro de Janeiro já não respira com a força do granito portuense.De ambos há a recordação dos grandes edificios, fábricas de noticias, empregadoras de economistas, jornalistas, tipógrafos... verdadeiras cidades, a que se assistia ao buscar as fotos nas intermináveis estantes metálicas, ás folhas amareladas em que se redigiam no piano da máquina de escrever histórias dignas de policiais ex. Caso D.Branca), sem as modernices de escutas telefónicas ou computadores apreendidos. As salas dos fotógrafos, em que tudo passava por ali e se aguardava por haver ou nao foto daquele acontecimento.
Depois veio o telex, um dos maiores investimentos feitos em Portugal e cujas salas foram deixadas no vazio com meia duzia de fax.
Como eram fábricas de sons esses edificios, o apitar dos telexes, os mundos sem fins de fita, os reitais de máquinas de escrever... o tocar dos telefones, as cigarradas devoradas, e os jantares que tornavam contornos de tertúlia já num porto fora de horas.
Hoje... está tudo á distância de um clique, fotos, textos, informação... nao a procuramos, ela chega por vezes a procurar-nos.
E as instituições fecharam, os jornais estão prontos á hora de jantar... já não há jornalistas nos bares e nos restaurantes abertos ate fora de horas....
Mas mesmo assim... ainda há quem olhe para as noticias que se mostram pela rua, noticias mudas, em capas cheias de cor e caras em vez das habituais parangonas cantadas pelos ardinas que povoavam a cidade de sacos amarelos ao ombro. Como era bom o Porto dos anos 80.... o tão bom que pode vir a ser o Porto do ano 2000 se todos não nos alhearmos desta memória colectiva.
domingo, novembro 05, 2006
POEMAS NO AR
Por entre ruas e calçadas, janelas espelhadas de varandas cheira a poemas no ar. Poemas iluminados por olhares e sorrisos que dão cor aos cenários. São poemas que eternizam momentos e locais, poemas que aliviam dores, imagens que aconchegam as nossas vidas. Quantos de nós não desejamos ver poemas assim... a pairar no nada, como se fossem mensagens para nós. O mundo é assim, feito de pequenos sinais, e que muitas vezes parecemos não lhes dar atenção. Ilustrem as fotos com poemas e com pessoas... e os novos dias serão certamente os melhores.sexta-feira, novembro 03, 2006
SUDOKU ANALOGICO

A VARIAR
Publicidade, para todos, para nos encher os olhos, de coisas que já não se compram no quotidiano.O pão de ló de adoçar a boca, o deleite dos olhos das crianças do bazaar dos três vinténs (hoje Outlet da Zara), a dureza do aço e a elasticidade das borrachas. As bicicletas que já não têm pedal para nós, a garagem que já todos temos em casa.
São pequenos olhares por um comércio que tende a desaparecer, e que mesmo assim, continuam vanguardistas na forma de anunciar. Olhem o Porto com estes olhos, nos simples batentes das portas, nos azulejos, nas caixas do correio, dos contornos dos vidros das janelas. E adocem a boca, não se sintam sem paladar a saborear este Porto que vai rareando infelizmente.
quinta-feira, novembro 02, 2006
OLHAR O TEMPO
Não é facil olhar o tempo passar. Ver como tudo continua movimentado e frenético á nossa frente, e nós seguimos a cadência dos dias como um semáforo.... uns dias no vermelho, outros no verde, e aqueles dias que parecem não ter fim e nos deixam a lutar entre o bem e o mal - do amarelo do semáforo.As luzes acendem, apagam, os carros aceleram travam viram, mas nós continuamos como se numa montra: estáticos e a ver o tempo passar.
RAIOS DE LUZ
sexta-feira, outubro 27, 2006
POR UM FIO

CORREDORES
Do início conseguimos ver o dificil que vai ser atravessar um corredor, a caminhada, o espaço que nos envolve num misto de ruína e decadência... mas ao fundo, a luz focada de volume de ar para respirar parece dar forças para a travessia. São pontes sem rio, corredores sem luz que nos empatam para o vazio, para duas paredes que por outras duas se parecem multiplicar. Mas há uma entrada, e uma saída. De qual estaremos mais perto? Para qual queremos caminhar?É este mundo rotativo de questões e observações que nos dilata a matemática da incerteza que existe.
quinta-feira, outubro 26, 2006
O MAR EM FRENTE


















